

A presença do Grupo HEINEKEN na COP30 representa a materialização de uma estratégia que alia negócios de impacto, sustentabilidade e legado. Em resposta ao chamado para que o setor privado participe ativamente do mutirão de soluções climáticas, chegaremos à conferência com um conjunto de iniciativas que reforçam nossa atenção à regeneração ambiental, a inclusão social e o desenvolvimento local.
Levaremos à COP30 projetos, parcerias e histórias que mostram como transformamos desafios em
impacto.
A realização da COP30 no Brasil representa um momento decisivo para o debate climático global e para o papel do setor privado na transição para uma economia de baixo carbono.
Nossa presença em Belém reflete a maturidade de uma agenda que vem sendo construída com consistência nos últimos anos e baseada em resultados que surgem a partir da colaboração com outras empresas.















Nos últimos anos, estamos construindo e consolidando uma trajetória de sustentabilidade que se consolidou em HEINEKEN Spin, um ecossistema de negócios de impacto que atua em colaboração com parceiros referência em suas áreas de atuação. SPIN é o ponto de encontro entre o que a gente acredita e o como fazemos negócio.








Mais importante do que estar na COP30, é o que deixamos para o Pará.
Em parceria com a Prefeitura de Belém e o paisagista Ricardo Cardim, plantamos uma microfloresta urbana com mil mudas de 35 espécies nativas. O projeto faz parte da metodologia “Floresta de Bolso”, que já regenerou espaços urbanos em cidades como São Paulo, Rio, Recife e agora chega à Amazônia, como símbolo da conexão entre natureza e cidade.
Por meio do Instituto HEINEKEN, em parceria com a CUFA e a Favela Filmes, o Cri.Ativos da Favela chega a Belém para formar 50 jovens em audiovisual e inteligência artificial. Esses jovens irão produzir conteúdos sobre a COP30 sob o olhar das favelas, tornando-se parte da comunicação da maior conferência climática. Desde 2023, o programa já beneficiou mais de 200 jovens em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia – e agora expande atuação para a Amazônia com o mesmo propósito: ampliar a voz e protagonismo das juventudes das favelas do Brasil.
Por meio do Instituto HEINEKEN, estamos patrocinando a revitalização da Casa Dourada em parceria com o Instituto Psica. O local será o novo Centro Cultural e de inovação climática localizada no Marco Zero em Belém com capacidade para receber mais de 1200 pessoas por dia e um público estimado de mais de 5 mil visitantes durante a conferência. A Casa Dourada será um símbolo da cultura e da criatividade amazônica, funcionando como um QG para os jovens Cri.Ativos da Favela e palco para diálogos sobre arte, diversidade e justiça climática.
Também firmamos um apoio à Fundação Amazônia Sustentável (FAS), com um aporte de R$ 1 milhão via Lei Rouanet no projeto Banzeiro da Esperança: um barco que percorrerá comunidades ribeirinhas e indígenas, levando as vozes da floresta até a COP30. Ao longo da viagem, o projeto promoverá oficinas e encontros para ouvir moradores locais, discutir os impactos das mudanças climáticas e construir propostas que serão levadas ao debate global em Belém.
Por meio de parcerias estratégicas, a HEINEKEN está fomentando iniciativas voltadas à promoção da circularidade no estado. A atuação inclui a implementação de um Hub de Reciclagem na capital e o desenvolvimento e fortalecimento de cooperativas em Benevides e Ananindeua. Com essas ações, a empresa visa contribuir para o desenvolvimento sustentável de cidades e comunidades locais.





A Mamba Water será a primeira água em lata da história da COP e estará presente na Zona Azul, espaço onde são firmados os acordos e decisões que moldam o futuro climático do planeta. Durante o evento, a marca doará 1,5 milhão de latas de água, que serão recicladas e reinseridas na cadeia do alumínio após o evento, reforçando a circularidade das embalagens. A Mamba leva para a COP30 seu propósito de ampliar o acesso à água potável para comunidades que ainda não têm esse recurso essencial.


A Mamba Water nasceu com um propósito: a cada lata vendida, um litro de água potável é doado. No Pará, esse compromisso levará mais de 20 milhões de litros de água a comunidades de Belém e Benevides, beneficiando mais de 500 pessoas.
Na Ilha do Combu, uma Estação de Tratamento de Água (ETA) será instalada na comunidade de Piriquitaquara, já em Benevides, outra ETA atenderá a comunidade de Taiassuí. Juntas, as estações garantirão acesso à água potável por até 20 anos, promovendo saúde, dignidade e desenvolvimento local. O projeto já transformou realidades no Ceará, em Acopiara, onde mais de 16 milhões de litros de água foram distribuídos.

Mediação: Mauro Homem (Instituto HEINEKEN)
Convidados: Mundano e Nanci (Pimp My Carroça)
Representantes ANCAT: Luiz Henrique, Roberto Rocha e Lilian Oliveira
Criatividade, tecnologia e futuro em movimento.
O Cri.Ativos da Favela é um projeto de formação em audiovisual e inteligência artificial, que une juventudes, talentos e novas narrativas das periferias do Brasil.
Com três anos de duração, o programa já formou turmas em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador, e agora chega a Belém, na região amazônica.
Mais de 240 jovens já formados — produtores, roteiristas, criadores e editores — vêm transformando suas comunidades por meio da arte e da tecnologia, mostrando que o futuro criativo nasce nas favelas.
Muita criatividade, inovação e talento reunidos.
Quer conhecer mais ou contratar nossos jovens?
Siga o projeto no Instagram @cri.ativosdafavela, envie um e-mail para: formacaofvlafilmes@gmail.com
ou fale com a gente pelo telefone (21) 98399-5800


Com iniciativas que integram regeneração ambiental, inclusão social e valorização da cultura amazônica, o Grupo HEINEKEN reafirma seu compromisso em ser parte ativa do mutirão de soluções para o clima e para o futuro do planeta. Mais do que participar da COP30, a companhia deixa um legado concreto para Belém e para o Brasil, demonstrando que é possível fazer o negócio prosperar gerando impacto positivo — da floresta à cidade, das pessoas ao planeta.
Em parceria com a Prefeitura de Belém e o paisagista Ricardo Cardim, plantamos uma microfloresta urbana com mil mudas de 35 espécies nativas. O projeto faz parte da metodologia “Floresta de Bolso”, que já regenerou espaços urbanos em cidades como São Paulo, Rio, Recife e agora chega à Amazônia, como símbolo da conexão entre natureza e cidade.
Por meio do Instituto HEINEKEN, em parceria com a CUFA e a Favela Filmes, o Cri.Ativos da Favela chega a Belém para formar 50 jovens em audiovisual e inteligência artificial. Esses jovens irão produzir conteúdos sobre a COP30 sob o olhar das favelas, tornando-se parte da comunicação da maior conferência climática. Desde 2023, o programa já beneficiou mais de 200 jovens em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia – e agora expande atuação para a Amazônia com o mesmo propósito: ampliar a voz e protagonismo das juventudes das favelas do Brasil.
Por meio do Instituto HEINEKEN, estamos patrocinando a revitalização da Casa Dourada em parceria com o Instituto Psica. O local será o novo Centro Cultural e de inovação climática localizada no Marco Zero em Belém com capacidade para receber mais de 1200 pessoas por dia e um público estimado de mais de 5 mil visitantes durante a conferência. A Casa Dourada será um símbolo da cultura e da criatividade amazônica, funcionando como um QG para os jovens Cri.Ativos da Favela e palco para diálogos sobre arte, diversidade e justiça climática.
Também firmamos um apoio à Fundação Amazônia Sustentável (FAS), com um aporte de R$ 1 milhão via Lei Rouanet no projeto Banzeiro da Esperança: um barco que percorrerá comunidades ribeirinhas e indígenas, levando as vozes da floresta até a COP30. Ao longo da viagem, o projeto promoverá oficinas e encontros para ouvir moradores locais, discutir os impactos das mudanças climáticas e construir propostas que serão levadas ao debate global em Belém.
A Heineken está apoiando iniciativas que promovem a circularidade no estado. , e pPor meio de parcerias, está viabilizando a criação de um Hub de Reciclagem em Belém, a aceleração de uma cooperativa em Benevides (ReciclaBen), cidade onde temos uma planta, e o desenvolvimento de mais uma cooperativa em Ananindeua.